Nossa História –#forabolsonaro; #lulalivre; #coronavirus; corona; covi-19; cotegipe-ba; cotegipe.com.br; governo federal; bahia; cura covid; #imperiobrasil; #saude Cotegipe
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Nossa História

Cotegipe,antiga Campo Largo, é um município do estado da Bahia, no Brasil, situado na Mesorregião do Extremo Oeste Baiano e na Microrregião de Cotegipe. 

O município se estende por 4.196,2 km² e contava com 13.638 habitantes no último censo. A densidade demográfica é de 3,3 habitantes por km² no território do município.

É vizinho dos municípios de Cristópolis, Wanderley, Angical e Riachão das Neves. Cotegipe localiza-se a 713 km da capital federal, Brasília, a 833 km da capital do estado, Salvador e a 102 km de Barreiras, principal cidade da região oeste da Bahia.

Situado a 478 metros de altitude, de Cotegipe tem as seguintes coordenadas geográficas: Latitude: 12° 1′ 9” Sul, Longitude: 44° 16′ 3” Oeste.

índias xavantes

A região era primitivamente habitada pelos índios acroás. O território integrava a sesmaria da Casa da Ponte. Seu povoamento iniciou-se na primeira metade do século XVIII, por aventureiros procedentes da Província de Pernambuco, que se estabeleceram à margem do Rio Grande, desenvolvendo a agropecuária. Pouco depois, em razão de uma grande cheia do rio, os pioneiros abandonaram o local e fixaram-se no Alto do Umbuxeiro, onde edificaram a igreja de Nossa Senhora Santana do Campo e fundaram um povoado. Em 1820, criou-se o município com o nome de Campo Largo. Transferiu-se a sede municipal para o povoado de Avaí, em 1925, alterando-se o topônimo para Cotegipe. Supresso em 1931, foi restaurado em 1933. O topônimo foi uma homenagem prestada a João Maurício Mariani Wanderley, o Barão de Cotegipe, nascido em Barra do Rio Grande. Em 1962, o território foi desmembrado para formar o município de Riachão das Neves. Os nativos de Cotegipe são chamados cotegipanos.

um pouco da história dos índios xacriabás

Antes da chegada dos europeus ao continente americano, a porção central do Brasil era ocupada por indígenas do tronco linguístico macro-jê, como os acroás, os xacriabás, os xavantes, os caiapós, os javaés etc.

Dom João de Lencastre, 32º governador-geral do Brasil (1694-1702), construiu um arraial do qual surgiu a atual cidade de Barra, bem como as de Pilão Arcado e Campo Largo, sendo este o ponto originário do atual município de Cotegipe. A colonização obedeceu à orientação do Conde da Ponte, através de portugueses, italianos e nacionais vindos da capitania de Pernambuco. O município de Cotegipe surgiu em meados do século XIX.

Antes de receber o atual topônimo, foi o arraial denominado de Avaí do Brejo Grande, Avaí de Santa Cruz e Barão de Cotegipe. Sua igreja foi erigida em 1885 e consagrada à veneranda Santa Cruz, ficando pertencente à paróquia de Campo Largo. A criação do município data de 1820. Em 1925, a sede do município teve o nome mudado para Barão de Cotegipe, mais tarde simplificado para Cotegipe.

Em 5 de julho de 1890, foram emancipadas as terras que se denominaram Brejo do Angical, em virtude da existência de extensas matas de angico, circundadas de brejos ou alagadiços, pertencentes a Cotegipe.

O Arraial Riachão das Neves, elevado a vila em 1934 e pertencente a Cotegipe, conquistou sua emancipação política em 1962.

Em 25 de fevereiro de 1985, foi emancipado o distrito de Canabrava em Cotegipe, passando a ser denominado Wanderley.

Baseado nos históricos do IBGE e do estado da Bahia, Cotegipe (Campo Largo) é o município mais antigo do extremo oeste baiano.

Com terras produtivas e férteis, Cotegipe é muito famoso e apreciado por turistas da pescaria de fim de semana de vários municípios baianos e estados do Brasil. É conhecida por muitos como a terra de gado bom que atraiu grandes investidores, a exemplo da fazenda Nova Terra, que investe em grandes leilões de bovinos, atraindo grandes criadores de bovinos do Brasil. Sua principal atividade econômica é a pecuária, possuindo um dos maiores rebanhos bovinos da Bahia, aliada à agricultura, em que se destaca a agricultura familiar com o plantio do arroz, milho, feijão, cana-de-açúcar, mandioca, etc., bem como o comércio e serviços. 

A cana de açúcar e a famosa pinga cotegipana, criação e confinamentos de bovinos de corte, caprinos, suínos e outros, produção agrícola familiar, cultura de  mandioca, utilizada principalmente para a produção de farinha, a criação de bovinos transformou-se ao longo do tempo em uma das principais potencialidades do município.

Cotegipe é privilegiada pela natureza, o município é banhado pelo Rio Grande e Rio Preto com belas praias artificiais, grutas e cavernas interconectadas com cachoeiras no boqueirão da Gameleira, trilhas naturais e nascentes, além do grande historia da origem do município, conheça Cotegipe.

Atrativos dos fins de semana e feriados são as belas margens do rio Grande, que corta o município de ponta a ponta, onde turistas da região e de outros estados se encontram nas praias artificiais do povoado Bem-Fica, distrito de Taguá, Barra Grande, distrito de Jupaguá e povoado de Macambira.

Entre os eventos festivos da cidade destaca-se a festa do aniversário, que se realiza no dia 30 de junho, com várias atrações musicais do axé music, duplas sertanejas, bandas de forró, atrações locais, barracas, comidas típicas etc.

Outros eventos importante que se realizam no município são os festejos religiosos da sede do município como a celebração da missa de Santa Cruz (Padroeira da cidade) e também a Celebração da missa do Divino Espírito Santo. E nos distritos de Tágua e Jupaguá as celebrações da missas Nossa Senhora Santana, São João e a famosa festa de Santa Inês respectivamente.

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